O setor de Meios de Pagamento e de Bancos Digitais tem experimentado um crescimento acelerado nos últimos anos, e a perspectiva é que essa velocidade se mantenha igualmente acelerada. Um estudo da PwC estima que, até 2030, o número de transações per capita sem dinheiro em espécie será o dobro ou o triplo do nível atual em todas as regiões do planeta.
No Brasil, a implementação do Pix representou um marco na digitalização das operações financeiras – sua utilização cresceu 308% nos primeiros 20 meses de uso – e a chegada do Open Banking pode representar um marco igualmente importante.
O nível de bancarização da população brasileira aumentou imensamente nos últimos anos, graças aos meios digitais. Essa tendência foi acelerada por uma série de fatores, que incluem a democratização dos smartphones, a chegada de ferramentas digitais como o Pix e até mesmo a pandemia da Covid-19 – que provocou um aumento no percentual de pagamentos digitais, principalmente por aproximação. Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em 2024, o brasileiro ampliou o uso do pagamento por aproximação com cartões, que chegou, em dezembro, a 67,2% do total de pagamentos presenciais com cartões.
Escute os principais insights do material: Meios de Pagamento e Bancos Digitais
Este é um resumo com os principais destaques do panorama do setor de meios de pagamento e bancos digitais desenvolvido pela Robert Heff. Você sabia que o Pix já ultrapassou 63 bilhões de transações por ano no Brasil e que o pagamento por aproximação representa hoje 70% das compras presenciais com cartão, o setor de meios de pagamento e bancos digitais está em plena expansão, transformando o mercado financeiro e a forma como as pessoas usam o dinheiro. Mas por trás de toda essa tecnologia existe um ponto crítico, o fator humano. Neste áudio, você vai ouvir os destaques do panorama setorial da Robert Heff com foco nos desafios e oportunidades de gestão de pessoas neste mercado. Com o crescimento acelerado, cresce também a demanda por talentos que dominem tanto o mundo financeiro quanto o tecnológico. E isso não é simples. Muitos profissionais ainda têm dificuldades em transitar entre essas áreas, tornando raro o perfil híbrido que o mercado procura. Outro ponto de atenção é a cybersegurança. O aumento das transações digitais atraiu o interesse de hackers, elevando a busca por especialista em proteção de dados e segurança cibernética, áreas que inclusive já estão entre as mais valorizadas em remuneração no setor. O cenário também é de internacionalização. Bancos digitais estão expandindo para outros mercados, exigindo profissionais com fluência em inglês e conhecimento em normas internacionais, compliance e contabilidade alinhada a padrões globais e a transformação digital não desacelera. A reforma tributária no Brasil impulsiona a adoção de novos sistemas de ERP, enquanto o crescimento de neobancos e Fintex exige agilidade para se adaptar a mudanças regulatórias constantes. Entre as funções em alta estão especialistas em compliance, analistas de riscos e profissionais de TI focados em cybersegurança e integração de sistemas, além de talentos com conhecimento e experiência do usuário e customer success. Neste mercado, quem aprende rápido, se adapta e se atualiza constantemente tem vantagem competitiva. Além do conhecimento técnico, habilidades como adaptabilidade, comunicação e capacidade analítica são diferenciais decisivos. Se você já está com o material em mãos, aproveite para explorar os dados completos e entender como essas tendências impactam a gestão de talentos na sua empresa. Se está ouvindo apenas este áudio, vale acessar o panorama setorial no site da Robert Heffrofundar nos desafios e estratégias que podem transformar sua área de gestão de pessoas. E se quiser discutir com profundidade ou entender como a Robert Heff pode apoiar sua empresa na atração e retenção dos profissionais certos para este mercado em transformação, entre em contato com nossos consultores. Até a próxima. Ah.
A migração do físico para o digital
O sistema financeiro brasileiro é um dos mais digitais do mundo, transformando a forma como o dinheiro circula. Os bancos ampliaram o uso de canais digitais para reduzir custos e facilitar o acesso, o que tem acelerado o fechamento de agências físicas.
Em 2024, foram realizadas 208,2 bilhões de transações bancárias no país, um aumento de 8% em relação a 2023, segundo a FEBRABAN. O mobile banking concentrou 75% dessas transações, com 155 bilhões de operações, consolidando-se como o principal canal de relacionamento dos brasileiros com os bancos.
O papel dos bancos digitais
As instituições que trabalham digitalmente se destacam por oferecerem serviços eficientes, acessíveis e com tarifas reduzidas em comparação aos bancos tradicionais. A combinação de inovação e competitividade tem permitido que bancos digitais se tornem grandes players no mercado.
O impacto do Pix
Novas tecnologias costumam levar tempo até que sejam amplamente adotadas, mas esse não foi o caso do Pix, a solução de pagamento instantâneo implementada no final de 2020. Ao final de 2024, o número de pessoas cadastradas ultrapassou os 171 milhões, e o número de chaves atingiu 816,5 milhões.
A inovação causou disrupção nos meios de pagamento e ampliou sua participação nas transações bancárias. Segundo a Febraban, o Pix encerrou o ano de 2024 com quase 63,8 bilhões de transações realizadas, uma alta de 52% em relação a 2023.
É possível ver que, ao longo do tempo, a média de chaves por usuário tem aumentado constantemente todos os períodos. Juntamente com a demanda por modais e bancos digitais na pandemia, o Pix influenciou positivamente a elevação da bancarização digital.
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Confira esse e outros panoramas setoriais da Robert Half.
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