Busque vagas agora Envie seu currículo Criar alerta de vagas Como trabalhamos Soluções por projetos Soluções permanentes Gestão interina Como trabalhamos Executive search Finanças e Contabilidade Tecnologia da Informação Vendas e Marketing Jurídico Recursos Humanos Engenharia Tecnologia Risco, Auditoria e Compliance Finanças e Contabilidade Digital, Marketing and Customer Experience Jurídico Operações Recursos Humanos Guia Salarial Índice de Confiança Panorama Setorial Imprensa Podcast IA no Recrutamento Tendências salariais Flexibilidade no trabalho Vantagem competitiva Work/life Balance Inclusão Estou contratando Busco oportunidade Contato

82% das decisões sobre modelos de trabalho estão concentradas na alta liderança

São Paulo, julho de 2026 — As discussões sobre modelos de trabalho tornaram-se uma prioridade estratégica para muitas empresas. De acordo com recente pesquisa da Robert Half, 82% das organizações indicam que a responsabilidade por essas decisões está concentrada em CEOs, executivos C-level, conselhos e diretrizes corporativas globais. Isso reflete a natureza cada vez mais estratégica das decisões sobre modelos de trabalho, que vão além da exigência de presença física no escritório e abrangem cultura organizacional, produtividade, atração e retenção de talentos. Segundo o estudo, atualmente as decisões relacionadas aos modelos de trabalho estão nas mãos de: CEO ou proprietário(a): 36% Decisão conjunta entre CEO e C-level: 28% Board ou conselho: 18% Diretriz internacional: 14% Nível gerencial: 4% "Determinar qual modelo de trabalho será mais eficaz exige compreender as necessidades específicas da empresa e onde a flexibilidade pode apoiar melhor as pessoas e os objetivos do negócio. A discussão amadurece quando deixa de se limitar à definição da presença no escritório. As organizações precisam de uma abordagem que apoie sua estratégia mais ampla, ao mesmo tempo em que as ajude a permanecer competitivas e a atrair e reter talentos”, orienta Vitor Silva, diretor de mercado na Robert Half. A pesquisa identifica que 54% dos gestores enxergam maior risco de turnover à medida que aumentam as exigências de trabalho presencial, enquanto 52% dos profissionais considerariam mudar de emprego caso perdessem flexibilidade. Os resultados sugerem que as decisões sobre modelos de trabalho exigem que as organizações equilibrem necessidades operacionais e expectativas dos profissionais. A importância desse equilíbrio fica mais evidente ao comparar as preferências dos profissionais com os modelos de trabalho adotados pelas organizações. Em alguns casos, existe alinhamento; em outros, a distância entre expectativa e realidade pode gerar tensão, exigindo que as empresas estabeleçam critérios claros e comuniquem suas decisões de forma transparente. Os dados mostram que o modelo híbrido com dias fixos de presencialidade apresenta o maior nível de alinhamento entre empregadores e profissionais. Em contrapartida, os formatos totalmente presenciais e os modelos híbridos com ampla flexibilidade geram os maiores níveis de desalinhamento. Os resultados da pesquisa sugerem que o alinhamento aumenta quando as organizações adotam critérios consistentes e compatíveis com a realidade de suas operações. As exigências específicas de cada função também ajudam a explicar essas diferenças. Enquanto profissionais de áreas corporativas trabalham, em média, 3,8 dias por semana de forma presencial, colaboradores de funções operacionais registram média de 4,6 dias presenciais por semana, refletindo as diferentes demandas de suas atividades. “Buscar um modelo de trabalho universal pode ser contraproducente, pois as necessidades organizacionais variam. Em última análise, a eficácia de qualquer abordagem depende de decisões transparentes e do alinhamento entre formato de trabalho, cultura da empresa e realidade operacional. Quando as expectativas são claras, aplicadas de forma consistente e compreendidas pelos profissionais, mal-entendidos e atritos tendem a ser minimizados”, conclui. Sobre a Robert Half
É a primeira e maior empresa de soluções em talentos no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil selecionando profissionais permanentes e para projetos especializados nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas e cargos de alta gestão. Com presença global e atuação na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania, a Robert Half aparece em listas das empresas mais admiradas do mundo. Robert Half é reconhecida, também, por seu compromisso de promover a igualdade e proporcionar uma cultura inclusiva.
Para mais informações à imprensa
RPMA Comunicação
[email protected]
Giulia Szpektor (11) 94386-9965
Giovanna Cozza (11) 95291-5300
Carina Eguia (11) 98538-0059