Sua empresa precisa de um headhunter? Identificando os sinais

  1. Robert Half no Brasil
  2. Bons motivos para contar com um headhunter
Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Por Fernando Mantovani

Muitas vezes começo meus artigos destacando datas comemorativas para abordar temas importantes, como saúde mental, diversidade, sustentabilidade, inovação, entre outros. Dessa vez, porém, gostaria de relembrar um dia que foi um divisor de águas na minha carreira: 15 de junho de 2007. A Robert Half chegou ao Brasil e iniciei meu trabalho na empresa em uma trajetória de aprendizado e crescimento profissional.
 

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O encontro da empresa certa com o profissional correto é fundamental para ambos, principalmente para cargos de gestão. A pessoa tem que dar “match” com a organização e é necessário haver afinidade para que o trabalho flua bem e traga bons resultados para ambos.

Combinar executivos e empresas é a missão dos headhunters. Um caçador de talentos não atua somente em empresas de grande porte. Ele (ou ela) pode ajudar toda e qualquer organização que busque um serviço altamente especializado em unir candidatos e empresas ideais em torno de novas oportunidades.

É importante frisar que os caçadores de talentos não substituem o RH, mas trabalham em parceria com o departamento de recrutamento e seleção e com os gestores que desejam contratar. E juntam o melhor dos dois mundos: trazem um olhar externo, que agrega experiência e inovação ao processo, mas também sabem mergulhar na cultura da empresa, compreendendo rapidamente o que fazer e como acertar em cada demanda.

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Bons motivos para contar com um headhunter

Mas o que uma organização deve observar para definir se precisa ou não dessa ajuda especializada? Há vários motivos para se recorrer a um caçador de talentos e vou ressaltar, a seguir, alguns deles:
 

  • Confidencialidade – uma contratação que dá pistas de planos estratégicos ou uma substituição de alguém que ainda ocupa a função deve ser feita de modo sigiloso, garantindo privacidade e segurança a todos os envolvidos;
     
  • RH sobrecarregado – se o departamento de recrutamento e seleção está com excesso de tarefas ou dificuldade de encontrar o candidato ideal, o headhunter será um reforço bem-vindo para fazer o processo avançar;
     
  • Vagas em outras localidades – uma companhia que precisa contratar em outra cidade ou país certamente se beneficiará da experiência de um caçador de talentos já habituado ao recrutamento e seleção na região ou até mesmo com processos à distância;
     
  • Contratações complexas – contratar um presidente ou diretor é uma missão difícil e demorada, pois envolve ir além das habilidades técnicas e comportamentais do candidato. O headhunter, por ser alguém “neutro”, se sai muito bem nesse tipo de desafio;
     
  • Urgência e turnover alto – vagas que precisam ser preenchidas rapidamente ou que apresentam alto turnover ganham muito com um caçador de talentos, que trará agilidade e assertividade ao processo;
     
  • Busca por diversidade na fonte de candidatos - a contratação de um caçador de talentos possibilita que as empresas ultrapassem as limitações das redes de networking dos líderes, garantindo acesso a fontes mais amplas e menos “viciadas” para localizar talentos.
     

Ao lado dos benefícios de contratar um headhunter, há a possibilidade de se tornar um e trilhar uma carreira extremamente dinâmica. Vale lembrar que um caçador de talentos não precisa de bagagem teórica ou prática em recursos humanos, mas é preferível ter experiência na área de atuação. Por exemplo, engenheiros ou advogados experientes e com bons contatos têm meio caminho andado para fazer a ponte entre seus pares e empresas de modo profissional.

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A rotina de um headhunter, de modo geral, envolve três focos principais. Um deles é entrevistar profissionais e absorver o máximo de aprendizado. Há também a atividade comercial, que exige conhecer bem os clientes e oferecer soluções que atendam suas necessidades e respeitem suas especificidades. Por fim, é importante realizar uma gestão completa do processo, acompanhando o cliente até depois da contratação. Essa é a receita para fornecer um suporte diferenciado e confiável.

Um caçador de talentos deve, ainda, saber trabalhar em equipe, ter energia, disciplina, humildade, automotivação e resiliência. O trabalho é recompensador para quem gosta de lidar com pessoas e aprender continuamente. Ser ou contratar um caçador de talentos são escolhas com ótimas perspectivas de sucesso.

Aqui, neste Blog, você encontra outros artigos sobre carreira, gestão e mercado de trabalho. Também é possível ter mais informações sobre os temas na Central do Conhecimento do site da Robert Half. Se você gosta de podcasts, não deixe de acompanhar o Robert Half Talks.

Fernando Mantovani é diretor-geral da Robert Half para a América do Sul e autor do livro Para quem está na chuva… e não quer se molhar

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